SIMBOLOS

BONECO DE NEVE - GUIRLANDA - MEIAS - SINOS - VELAS

NATAL SIMBOLOS E TRADIÇÕES


BONECO DE NEVE



O boneco de neve, um dos símbolos do natal, é proveniente da neve existente no hemisfério norte, lugar que exige das pessoas uma convivência maior dentro das casas, e o clima natalino é um momento que proporciona essa convivência, onde as famílias se reúnem para confraternizar.

Em países frios, as crianças saem durante o dia para produzir o boneco de neve. Colocam duas bolas grandes de neve uma sob a outra, um cachecol, uma cenoura para fazer o nariz, um chapéu, laranjas para fazer os olhos e galhos para servir de pés e mãos.

Mesmo em países tropicais como o Brasil, o boneco de neve se transformou em peça de decoração de árvore de natal.

LENDA:

 

Existe um ser ou uma fada (como preferir chamar) que se chama Jack Frost, que é um boneco de neve e que vem todos Natais aterrorizar as pessoas. A lenda diz que ele foi derrotado por uma familia que o colocou em uma chaminé, mas muito continuam temendo-o em todos os Natais.





GUIRLANDA


Também chamada de Coroa do Advento, ela é feita de ramos de cipreste ou abeto, costuma ter como enfeite uma fita vermelha que simboliza o amor e indica a presença de Jesus no lar.
ORIGEM
Guirlanda ou Coroa do Advento:
O uso de coroas remonta à Roma antiga e para as tornar mais atraentes, tornou-se costume enrolar esses ramos numa coroa.

Para aumentar as possibilidades de todos os da casa terem saúde no ano seguinte, os romanos exibiam essas coroas nas portas.

É costume pendurar no lado de fora da porta uma coroa durante os doze dias do Natal. Este costume é mais popular nos Estados Unidos, mas espalhou-se para o resto do mundo cristão, devido à influência do cinema americano.

A forma circular: O círculo não tem princípio, nem fim. É sinal do amor de Deus que é eterno, sem princípio e nem fim, e também do nosso amor a Deus e ao próximo que nunca se deve terminar. Além disso, o círculo dá uma idéia de "elo", de união entre Deus e as pessoas, como uma grande "Alianza".

As ramas verdes: Verde é a cor da esperança e da vida. Deus quer que esperemos a sua graça, o seu perdão misericordioso e a glória da vida eterna no final de nossa vida. Bênçãos que nos foram derramadas pelo Señor Jesús, em sua primeira vinda entre nós, e que agora, com esperança renovada, aguardamos a sua consumação, na sua segunda e definitiva volta
Atualmente, dizemos freqüentemente "à sua saúde" quando compartilhamos com amigos e familiares uma bebida.

Em muitos países se faz durante o advento com ramos de pinheiro uma coroa ou guirlanda com quatro velas para o tempo prévio da chegada do menino, conhecida como Advento. Estas velas simbolizam as grandes etapas da salvação em Cristo. No primeiro domingo deste tempo litúrgico, acende-se a primeira vela que simboliza o perdão a Adão e Eva. Eles morrem nesta terra, mas viverão em Deus. No segundo domingo, a segunda vela acesa representa a fé dos patriarcas.

Eles creram no dom da terra prometida. A terceira vela simboliza a alegria do

rei David, que celebrou a aliança e sua continuidade. Esta terceira vela sempre tem uma cor mais alegre, particularmente o rosa, para distingui-la das outras mais sóbrias. A última vela simboliza o ensinamento dos profetas, que anunciaram um reino de paz e de justiça.

Atualmente, as pessoas têm tendência para comprar a coroa de Natal que penduram na porta da frente, mas, rigorosamente falando, se desejarmos seguir com toda a correção a tradição romana, só devíamos pendurar as coroas que nos tivessem sido dadas por outras pessoas.






SAPATINHOS E MEIAS

NAS JANELAS E LAREIRAS


ORIGEM:
A tradição de colocar os sapatinhos ou a de pendurar as meias junto à chaminé veio da cidade de Amesterdam na Holanda, as crianças deixavam os tamancos (típicos daquele país) na entrada da porta e os pais deixavam um presente sobre cada par. Em Portugal as crianças tinham esse costume. Deixavam os sapatos à porta, na véspera do dia de S. Nicolau, para que este se enchesse de presentes.
Diz a lenda que São Nicolau teve conhecimento de que três moças muito pobres não podiam casar-se porque não tinham dinheiro. Então, São Nicolau comovido durante a noite, para não ser visto, atirou moedas de ouro pela chaminé, as quais foram cair dentro das meias que nela foram postas para secar junto ao fogo.

Por esse motivo surgiu a tradição de se colocar a meia ou o sapato na chaminé, para que na manhã do dia de Natal neles fossem encontrados presentes
LENDA
SAPATOS E MEIAS
Também há uma lenda para explicar o costume de, no Natal, colocar sobre a lareira o sapato onde depois se vão colocar as prendas.
Quando, na noite de 24 de Dezembro de 286, os irmãos Crispim e Crispiniano fugiam às perseguições, em Crepy-Valois, fartaram-se de bater às portas das casa, mas ninguém lhes deu abrigo.
Acolheu-os, numa cabana escondida num bosque, quase a desmoronar-se, uma viúva que vivia miseravelmente com o filho. Deu-lhes uma tigela de caldo de couves e dois nacos de pão negro.
Contentes, os dois irmãos, que eram soqueiros, pediram a Deus que recompensasse a generosidade da viúva.
Crispim viu a um canto um par de socos velhos, do rapazinho, fez um par deles novos e colocou-os à beira da pedra da lareira, enquanto a viúva e o filho dormiam. Quando eles acordaram repararam que os dois hóspedes tinham desaparecido e na lareira estava um par de socos novos, transbordante de moedas de ouro.
Desde o séc. III, segundo a lenda, todas as crianças põem os socos na lareira, na esperança de que se repita o milagre feito por intermédio dos santos padroeiros dos sapateiros São Crispim e S. Crispiniano.
LENDA
CHAMINÉ
O caso da chaminé, inclusive, é um dos mais curiosos na lenda de Papai Noel. Alguns estudiosos defendem que isso se deve ao fato de que várias pessoas tinham o costume de limpar as chaminés no Ano Novo para permitir que a boa sorte entrasse na casa durante o resto do ano.
No poema, várias tradições foram buscadas de diversas fontes e a verdadeira explicação da chaminé veio da Finlândia. Os antigos lapões viviam em pequenas tendas, semelhantes a iglus, que eram cobertas com pele de rena. A entrada para essa “casa” era um buraco no telhado.




SINOS


OS SINOS FALAM DA ALEGRIA QUE DEVEMOS TER DURANTE A NOSSA VIDA, PORQUE CRISTO NASCEU´PARA SER NOSSO COMPANHEIRO DURANTE ESTA VIDA

Os sinos das igrejas nos lembram o encontro com Deus.

Os antigos tinham a crença de que o barulho de campainhas e sinos afastava osmaus espíritos.

Em países de tradição budista como o Tibet e o Nepal, as campainas representam acordes de harmonização do ritmo humano com o ritmo do universo. Quando sinos se tocam, espíritos voltam ao centro harmônico superior.

 

Parte deste ritual manteve-se, no entanto o sentido com que os sinos tocam é diferente. O seu toque no Natal simboliza alegria e júbilo pelo nascimento de Jesus Cristo e todos os cristãos louvam o Menino.
As badaladas dos sinos de Natal representam a mensagem "Nasceu Jesus!". Além disso, acredita-se que o som dos sinos possa afastar tudo de ruim e trazer boa sorte.

Nos países de tradição anglo-saxã, o sino ainda ganhou uma bela lenda associada:

A de que sempre que um sino toca, no céu um anjo ganha suas asas.

Provavelmente em razão do filme "Minha Vida Sem Você".

Os sinos sempre representaram o instrumento que anunciava as grandes festas populares, e no Natal eles atingem a sua importância máxima



VELAS

As velas simbolizam a luz das estrelas que guiaram os Reis Magos.

SIMBOLISMO
Elas simbolizam Cristo, a luz do mundo, que devemos imitar. É uma tradição nórdica. No início as famílias fabricavam artesanalmente suas velas, usando a cera pura fabricada por abelhas, conservando sua cor natural. A chama cintila, serpenteia, atrai e ilumina nosso ser. Na chama da vela estão presentes todas as forças da natureza. Vela acesa é símbolo de individuação e de nossos anos vividos. E um sopro pode apagá-las para que de novo possamos reacendê-las no ano vindouro. Para o cristão simbolizam a fé e o amor consumido em favor da causa do Reino de Deus.

As pessoas foram encorajadas a acender muitas velas para reforçar esse simbolismo. era costume corrente colocar uma ou várias numa janela, para guiar o espírito de Cristo, através da noite escura, para a casa de cada um. Outras eram fixadas à árvore de Natal, mas isto dava origem freqüentemente a acidentes. Quando mal colocada, podia pegar fogo e era costume destacar uma pessoa para ficar ao pé da árvore sempre que esta era iluminada. Este paciente guardião estava armado com uma grande vara, com uma esponja ou um bocado de pano úmido na ponta, pronto para deitar água a qualquer foco de incêndio.

ORIGEM

Nas suas festas chamadas de Saturnais, os romanos acendiam velas para pedirem que o Sol brilhasse de novo (solstício de Inverno). Nessa altura do ano, a escuridão e o frio eram maiores, pelo que as velas forneciam luz e algum calor. Mais uma vez o cristianismo absorveu esse costume e tornou-o sagrado à sua maneira, dizendo que, dado que Cristo era a Luz do Mundo, a chama da vela simboliza a sua influência.


As velas iluminada apareceram pela primeira vez em 1882 nos Estados Unidos (Companhia Eléctrica Edison)
Admitamos contudo que, apesar de serem muito mais seguras, falta-lhes de alguma forma a qualidade mágica das chamas cintilantes e nuas de ontem.

CORES

Como as velas simbolizam Cristo, Luz do mundo; cada pessoa deverá ser com uma vela que espalha seu brilho e causa bem estar a todos os que a rodeiam.

Vela Vermelha: Lembra Isaias, profeta que anunciou 1000 anos antes a vinda do Salvador.

Vela Azul: Lembra João Batista, que anuncia que está próximo o Salvador, orai e preparai os caminhos.

Vela Cor de Rosa: Lembra Maria, filha de Israel, que deu o seu Sim e dele nasceu o Salvador.

Vela Amarela: O símbolo de ouro e da realeza, que vem em sua plenitude para seu povo e quer morar entre o povo que O ama
É comum acendermos velas nas igrejas e também nas nossas casas durante o Natal.

LENDAS

A Vela e a Rosa

A lenda da vela de Natal fala de um sapateiro que vivia numa cabana perto de um povoado. Ainda que sendo um homem pobre, colocava sua vela na janela todas as noites para guiar os viajantes. Apesar das guerras, os problemas e a enfermidade, sua luz nunca fraquejava. Isto inspirou outros povoados e, durante a temporada natalina, a maioria dos habitantes costumavam pôr uma vela na sua janela. O costume cresceu e se fez universal.

Outro relato que perdura é a lenda da rosa de Natal.

Uma pequena pastorinha que observava a estrebaria de longe, chorava porque não tinha nenhum presente para oferecer a Jesus. Ao cair suas lágrimas, começaram a brotar flores da terra. A menina as cortou e, apressadamente, levou para o menino Jesus e as juntou aos presentes trazidos pelos Reis Magos.
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